Brasileiros sem liberdade

Para muitos, a ditadura militar é apenas um dos itens para estudar na prova de história, mas diversos brasileiros da geração passada sentiram na pele as dores e as marcas de uma repressão violenta.


Ano 3 – Revista nº 5 – Junho 2012

Para muitos, a ditadura militar é apenas um dos itens para estudar na prova de história, mas diversos brasileiros da geração passada sentiram na pele as dores e as marcas de uma repressão violenta.

Estamos em ano de eleição, uma oportunidade para mudanças… se tivéssemos mesmo opções de escolha.

Para muitos, a ditadura militar é apenas um dos itens para estudar na prova de história, mas diversos brasileiros da geração passada sentiram na pele as dores e as marcas de uma repressão violenta.

O equivalente a 1/3 da população (55 milhões de pessoas) não sabe o que é viver em um país repressivo. Desde 1984, final da ditadura militar, a população nacional cresceu quase 110% e foi de 93 milhões (durante a ditadura) para 195 milhões (hoje). A partir do regime repressivo (1964) houve um “desfalque” na cultura e na educação, devido às imposições do regime que punia com prisão e morte qualquer manifestação pública que o governo julgasse censurada.

Teoricamente, hoje estaríamos vivendo uma “DEMOCRACIA” com toda pompa e liberdade que a palavra permite, mas na prática não é bem assim. Estamos em ano de eleição, o que seria uma oportunidade para mudanças… isso se tivéssemos mesmo opções de escolha.Vamos refletir:

– Você sabe o que faz um Vereador?
– Em quais Vereadores você votou na eleição passada? Eles cumpriram o esperado?
– E o histórico dos candidatos à Prefeito, você conhece? Ou melhor, faz ideia de quem são os candidatos?

Mais de 50% dos candidatos nasceram após 1.966 e não viveram a falta de liberdade. Em 16 anos, oito com governo de direita e mais oito com governo de esquerda, estamos perdendo nossa liberdade. Muitos comemoram o fato de o Brasil ter se tornado a 8ª economia mundial, mas esquecem que esse “economia” não inclui os indicadores reais de desenvolvimento como: saúde, educação, cultura, segurança, etc. A economia não reflete a realidade da população.

E você deve estar pensando: “Ok, concordo, mas e a liberdade?”. Bom, a falta de liberdade começa na falta de opção para eleger líderes decentes. Você sabe que fim levou aquela história de “Ficha Limpa”? Pois é, foi uma das maiores adesões de manifestação popular contra a política desta década, massssssss, conseguiram colocar um item que permite que façam propaganda eleitoral até que sejam julgados. Duvida? Veja o caso do Maluf.

Só que não pára por aí. Perdemos a liberdade de educar nossos filhos e temos visto uma nova geração sem limites. Estamos perdendo o direito de livre religião (Lei sobre homofobia), o direito à vida (legalização do aborto). Cada dia uma nova Lei é sugerida e “modestamente” implantada. A população não está se dando conta que o governo tem usado essas emendas para “tampar o sol com a peneira”. Em vez de termos uma educação justa, apoio aos adolescentes, uma população bem amparada.. liberamos o aborto. O que deveria ser uma educação de respeito se tornou leis de segregação racial e sexual, gerando mais preconceito e intolerância.

Valores e princípios estão sendo perdidos. Os projetos de lei que “parecem” ajudar são apenas remendos para tentar esconder uma sociedade injusta e descontrolada, onde o respeito e o amor perderam o lugar. Bons conselhos tem o Livro Sagrado sobre todas essas coisas, o que nos falta é consultar.

Antes de votar, reflita. Seja nas eleições ou para favorecer projetos de lei, pense bem na liberdade que estamos perdendo e, principalmente, em nossos valores.

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