Estudar era diferente

Não precisa voltar muito no tempo, apenas 20 anos e já é possível sentir a diferença, não só no ambiente escolar, como nas tarefas e nos materiais utilizados para estudar.


Notícias – 16 de abril de 2015

Não precisa voltar muito no tempo, apenas 20 anos e já é possível sentir a diferença, não só no ambiente escolar, como nas tarefas e nos materiais utilizados.

Quem estudou dos anos 80 para trás, vai lembrar de algumas coisas nessa lista, que as crianças de hoje não fazem ideia do que possa ser. Confira itens que vão te fazer voltar no tempo:

AULA DE CALIGRAFIA – Antigamente, ter letra bonita era socialmente importante. Embora isso ainda seja necessário nos dias de hoje, não é exatamente uma prioridade. Por isso, as aulas de caligrafia – onde quem tinha letra ruim passava horas escrevendo em um caderno com limitação de linhas – foram extintas.

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PAPEL ALMAÇO – Por mais bizarro que possa parecer, provas e trabalhos eram feitos à mão em uma folha de papel dupla, cheia de linhas e uma pauta. Alguns trabalhos rendiam mais de 10 folhas de papel almaço!

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PAPEL VEGETAL NA CÓPIA DE MAPAS – Estudar mapas sem o Google Imagens significava comprar papel vegetal e desenhar seu próprio mapa – copiando o original, claro.

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RETROPROJETOR – Os projetores existem e são infinitamente mais modernos que os retroprojetores. Nesses, o professor devia montar as aulas em formato de slide, imprimir ou desenhar/escrever em papel transparente e projetar naquele equipamento grande e pesado. Só não poderia demorar, pois se esquentasse, o equipamento apagava no meio da aula. Ah, daí também nasceu o nome daquelas canetas que você chama de “Escrever em CD” – ou, o nome correto, caneta retroprojetor!

Retroprojetor_aula_estudar_palestra_revista_gente_nova_escola

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ENCICLOPEDIA BARSA – Sem o Google ou adventos digitais, o melhor lugar para se estudar e pesquisar era a enciclopédia. Por isso elas eram muito desejadas e… caras. A Barsa é a mais famosa delas e muitas pessoas ganhavam a vida vendendo a coleção da Barsa de porta em porta. Hoje, existe a versão digital online da Barsa. Para conhecer, acesse aqui.

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MIMEÓGRAFOS – As provas, trabalhos e todo tipo de material que precisava de várias cópias, eram feitos em mimeógrafos! Os professores escreviam, datilografavam ou desenhavam em uma folha estêncil, que era rodado com álcool e produzia as copias. Quem nunca quis ser ajudante dos professores pra esse trabalho?!

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BIBLIOTECAS – Quando e-mails e grupos digitais não existiam, os alunos se reuniam em bibliotecas para pesquisar e escrever os trabalhos e estudar.

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TÊNIS KICHUTE – Os uniformes era obrigatórios, mas tênis não haviam muitas opções. Ou usava-se Kichute ou Conga. O bom é que dava para aproveitar e bater uma bola!

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MATA-BORRÃO E TINTA – Nada de celulares, tablets, notes ou canetas esferográficas. A lição era copiada com caneta-tinteiro, que era acompanhada por um mata-borrão e a própria tinta!

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