Parte II – Como gatos nos tornam pessoas melhores

Crônica fala sobre o quanto podemos aprender e melhorar nossa humanidade, através da relação com os gatos.


Notícias – 17 de setembro de 2015

Por: Claudia Giron Munck é Bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Pós-Graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, especializada em Marketing e Mídias Digitais.

Comecei a falar sobre como os gatos nos tornam pessoas melhores e o que é possível aprender com eles. Como editei o primeiro texto para não deixar extenso, algumas pessoas me questionaram sobre a Parte II…

Acho que é possível então aproveitar para falar sobre o caráter dos gatos: Se sim, sim, se não, não. Dizer a verdade e ser honesto, principalmente sobre aquilo/quem se gosta ou não, é sinal de bom caráter. A politicagem que fique para o Congresso Nacional.

Quando há algo sombrio e mal cheiroso dentro de nós, é melhor enterrar. Enterrar e enterrar mais um pouquinho, para garantir que ninguém precise compartilhar esses vestígios.

E por falar nisso, há outra lição. Se o chão parece arenoso, molhado ou gosmento, é melhor não pisar. Ficar mais um pouco onde estamos até que tudo se resolva é uma boa opção. Aí poderemos sair do lugar.

Desistir é um conceito nulo. Observar os outros, que conseguem fazer algo que ainda não somos capazes de fazer, pode ser um excelente aprendizado. Afinal, se alguém sobe em algum lugar, nós também conseguiremos. E vice-versa! Por isso é importante compartilhar com os outros nossa experiência, mesmo que para eles o resultado pareça apenas um rato.

É preciso sempre procurar algo novo, excitante, que faça sentindo, que traga alegria, que seja capaz de nos fazer sentir a vida correndo por dentro. Além de levar as coisas na brincadeira, pois tudo é motivo para sorrir.

Os obstáculos da vida, aquilo nos impede de andar, derrube-os. Jogue fora o que te prende como os bibelôs inúteis na estante. Tranquilamente os empurre. E se alguém perguntar por que isso aconteceu, olhe com aquela expressão de “simplesmente não era necessário”.

O celular não é importante. As pessoas que estão conosco ao vivo são prioridade e estão aguardando nossa atenção. A prioridade é viver onde estamos e com quem estamos. Conversar com quem está distante pode ficar para quando estivermos sozinhos. Ah, e mais um detalhe, o momento é mais precioso que as fotos que ele possa gerar.

Quando alguém que está conosco não souber disso, chegar mais perto e ronronar pode funcionar…

É importante ser alguém que deixa marcas. Fazer a diferença de tal forma que seja possível, onde a pessoa estiver, reconhecer que esteve em nossa companhia e que fazemos parte da vida dela. Nem que seja deixando um fiozinho de pelo. Ser especial o bastante para que alguém queira voltar para casa correndo para nos ver. Para que as pessoas lembrem-se de nós com carinho e com amor.

Há tempo para todas as coisas na vida. Há tempo de dormir, tempo de brincar, tempo de ficar só. Mas o tempo de se alimentar é sagrado. No mínimo, três vezes ao dia. Eu disse, no mínimo. E nesses momentos, fechar os olhos e lamber o pote aumenta o conforto. Espreguiçar e um bom banho para finalizar acalmam o corpo e a alma.

E quando nada mais fizer sentido, uma boa alternativa é correr. Correr, correr e correr até o corpo se sentir cansado. Aí podemos deitar e dormir tranquilamente, porque amanhã será um novo dia.

[Leia a Parte I, clicando aqui!]

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This blog is kept spam free by WP-SpamFree.