Pedofilia – Onde termina a loucura?

A American Psychiatric Association afirma que a pedofilia é agora classificada como um “interesse sexual”. Veja a gravidade que essa mudança pode causar…


Notícias – Novembro 2013

Pedofilia_liberacao_sexual_crianca_coelhoA American Psychiatric Association (APA) afirma que a pedofilia é agora classificada como um “interesse sexual” e a diferenciou da “desordem pedofílica”. A mesma APA que até então considera o distúrbio pedófilo uma parafilia (anormalidade) e não uma “orientação sexual”, utilizou a terminologia “orientação sexual” no novo manual DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais -Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM). 

 

O DSM-5 é um manual para profissionais da área da saúde mental que lista diferentes categorias de transtornos mentais e critérios para diagnosticá-los. É usado ao redor do mundo por clínicos e pesquisadores bem como por companhias de seguro, indústrias farmacêuticas e parlamentos políticos.

 

Interessantemente esse termo “orientação sexual” tem sido usado como argumento forte para nortear a política de grupos interessados em criminalizar a homofobia. Na publicação desse novo Manual pela APA há um comunicado de que o termo “orientação sexual” foi usado de forma errônea e que será corrigido na versão eletrônica do DSM -5 e na próxima impressão do manual. Acontece que a emissão do DSM-4 em1994, (lembrando que houve uma edição revisada do mesmo em 2000, porém com poucas alterações significativas, o DSM-IV-TR) aconteceu há 19 anos atrás. Pode-se afirmar então, que durante 19 anos, a comunidade psicológica mundial trabalha com as diretrizes ali apresentadas. É notório que se trata de uma manobra para tornar a prática da pedofilia algo não criminalizável. É notório que uma obra maquiavélica está sendo orquestrada onde será “normal” e “natural” sentir desejos por crianças, onde o crime de um estupro de criança poderá ser considerado legal.

 

Se um psicólogo não pode, aqui no Brasil, tratar de um homossexual mesmo que este queira e entenda que a sua “orientação sexual” causa-lhe problemas, podendo apenas ajudá-lo a aceitar-se entendendo melhor o porquê de seus problemas, o mesmo poderá ocorrer com um pedófilo, isto é, o profissional psicólogo não poderá tratar o pedófilo uma vez que o seu comportamento é entendido como uma “orientação sexual”. O profissional poderá ser punido e ter o seu registro no CRP cassado por infringir o código de ética da entidade.

 

Pedofilia_liberacao_sexual_crianca_boneca_pano_gente_nova_revistaNão podemos aceitar que a psicologia do Brasil, que é cópia do modelo americano, aceite essa barbarie. No Canadá já tratam a pedofilia como orientação sexual há muito tempo, inclusive lutam pelos direitos dos pedófilos. No mundo todo, mais de 12 países já discutem a aceitação social da pedofilia. E nós? Vamos dar direitos a um adulto de ter relações sexuais com uma criança e achar isso uma expressão natural da sexualidade?”

 

Quando a pedofilia é declarada como apenas “orientação” ao invés de um crime ou de um comportamento anormal, a legalização pode não estar muito longe. Vários países da Europa já estão tentando legalizá-la, nas Américas não será diferente.

 

Se considerarmos a pedofilia como uma orientação sexual, teremos que dar os mesmo direitos que os homossexuais e que os heterossexuais tem? E agora? Vamos poder tratar um pedófilo para mudar sua condição? Se não podemos fazer isso com um homossexual, como poderemos fazer essa mudança com o pedófilo?

 

Uma fala aqui, uma acolá, uma brincadeira ali, um programa de TV, e aos poucos vão fazendo a sociedade, de forma subliminar e depois de forma sentimental, aceitar que homens e mulheres adultos possam fazer sexo e consumir pornografia com crianças.

 

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